Um dia, a passear pela Rua Verde, encontraste este diário no chão, e ele levou-te a um novo mundo!
Um diário é muito mais do que um livro. Ele traz memórias, neste caso receitas, e é muito mais do que a materialização de momentos; é o retrato de uma vida. A Alice passou a sua vida toda em busca dos seus sonhos, neste caso o sonho de seguir a sua paixão culinária, e por isso, foi descrevendo as suas vivências neste diário.
Folheia com atenção o diário da Alice, para conseguires perceber o seu percurso e conheceres a sua perspetiva de algumas das suas memórias.
Há coisas que a memória guarda de formas estranhas. Não são sempre as grandes datas, nem os momentos que achamos que vamos lembrar para sempre: são os cheiros, as texturas, o barulho de uma frigideira a aquecer ao domingo de manhã. Cada fotografia aqui guardada tem um sabor, e se ficares quieto um momento, talvez também o sintas
Observa com atenção a parede onde a Alice marca as suas memórias.
Se a minha vida fosse uma receita, seria daquelas que não tem medidas certas. Um pouco disto, muito daquilo, e às vezes coisas que nem sequer estavam previstas. Mas é precisamente aí que mora o sabor. Deixa-me mostrar-te como tudo começou.
Toda a gente tem aquelas pessoas especiais na sua vida que deixaram alguma coisa e, no meu caso, não foi diferente. Seja uma técnica, um ingrediente, uma memória à mesa… tanta coisa por onde pegar! Achas que consegues ligar as pessoas aos pratos?
Conecta as receitas às pessoas associadas à sua memória.
Conhecer as pessoas por trás das receitas é só metade do segredo. A outra metade está nos próprios ingredientes, naquilo que escolhemos pôr e no que às vezes nos esquecemos. Mas aqui entre nós? Às vezes o que falta é o que dá mais graça! Vê lá se te lembras melhor do que eu.
Completa a receita com os ingredientes em falta.
Chegaste ao fim deste diário. Ou talvez ao princípio (depende de como olhas para isto). O que começou como uma forma de guardar memórias foi-se tornando, página a página, numa coisa maior do que eu imaginava. Percebi que as receitas eram só a desculpa. O que eu queria mesmo era guardar as pessoas. Guardar os momentos. Guardar o sabor do tempo que passou. E se este diário te fez sentir qualquer coisa: uma saudade, uma vontade de ligar a alguém, ou de ir cozinhar alguma coisa, então cumpriu o seu propósito. Obrigada por teres ficado comigo nesta viagem!
Grupo:
Maria Leonor Pimentel Melo de Vasconcelos Botelho – a2023124674@campus.fcsh.unl.pt
Carolina Rosa Martins- a2023121962@campus.fcsh.unl.pt
Catarina Traça Camões Santos Galvão – a2022127657@campus.fcsh.unl.pt
Margarida Ferraz de Carvalho- a2023125557@campus.fcsh.unl.pt
Henrique Pereira- a2024126090@campus.fcsh.unl.pt
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